O que as famílias dizem sobre o Sossego
Relatos de quem passou pela mesma dúvida, fez a visita e encontrou no Sossego o lar que estava procurando.
anos atendendo famílias em BH
residentes ao longo dos anos
avaliação média das famílias
de famílias que recomendam
Depoimentos de famílias
Palavras de quem viveu a experiência de encontrar um bom lar para alguém especial.
Cláudia Souza
Filha de residente — Belo Horizonte
"Minha mãe tem 78 anos e sempre foi muito independente. Quando chegou a hora de pensar num lugar com mais suporte, eu estava com medo de colocá-la numa casa fria. O Sossego foi exatamente o contrário. Ela se adaptou rápido, fez amizades e hoje mal quer vir nos visitar no fim de semana — é brincadeira, ela ama! Mas de verdade, estou muito aliviada com a escolha."
Abril de 2025
Ricardo Machado
Filho de residente — Contagem, MG
"Meu pai tinha resistência à ideia de se mudar. Fizemos a visita e ele ficou surpreso — achou que seria um hospital, mas viu uma casa. Hoje ele mora na modalidade Residência há seis meses. Tem reclamação ocasional da comida, como qualquer um, mas a equipe sempre ajusta quando pedimos. O que mais valorizo é a comunicação — sempre nos avisam quando algo muda."
Março de 2025
Luciana Barbosa
Neta de residente — Belo Horizonte
"Minha avó usa a estada diurna três vezes por semana. Ela vai pela manhã, almoça lá, faz atividade e volta no fim da tarde. Isso mudou completamente o humor dela — estava sozinha em casa e ficava triste. Agora ela conta histórias dos amigos que fez no Sossego. Vale muito."
Maio de 2025
Pedro Alves
Filho de residente — Nova Lima, MG
"Escolhemos a Residência Conforto para minha mãe porque ela precisava de mais atenção no dia a dia, mas não de assistência médica. O Sossego foi o único lugar que conseguia oferecer isso sem misturar com casos mais graves. A equipe conhece minha mãe pelo nome, pelas preferências e pelos humores. Isso não tem preço."
Maio de 2025
Ana Figueiredo
Filha de residente — Belo Horizonte
"Liguei para vários lugares antes de marcar visita no Sossego. No Sossego, quem atendeu o telefone foi paciente, explicou tudo com calma e não tentou vender nada. Isso me deu confiança. A visita confirmou a impressão. Meu pai está lá há quatro meses e está bem. Eu ainda visito toda semana — e me sinto bem-vinda sempre."
Abril de 2025
Marcela Oliveira
Sobrinha de residente — Belo Horizonte
"Minha tia tem 81 anos e morava sozinha após a morte do marido. A família estava preocupada mas ela não queria se mudar. A Estada Diurna foi uma solução intermediária perfeita — ela manteve a casa dela mas tem companhia e refeição garantidas durante o dia. Há três meses nisso e está funcionando muito bem."
Maio de 2025
Histórias reais de adaptação
Cada família chegou com uma situação diferente. Veja como o Sossego ajudou a encontrar o caminho.
A situação
Dona Maria, 76 anos, morava sozinha em Sete Lagoas. Após uma queda leve, a família decidiu que ela precisava de mais companhia — mas ela resistia fortemente à ideia de se mudar.
Como resolvemos
A família começou com a Estada Diurna três vezes por semana. Dona Maria foi se habituando ao espaço, às pessoas e à rotina. Em dois meses, ela própria pediu para dormir no Sossego durante a semana.
O resultado
Hoje mora na Residência em tempo integral. A família a visita nos fins de semana. A filha relata que a mãe está mais animada e comunicativa do que nos últimos dois anos.
"Ela entrou na varanda no primeiro dia e disse: 'gosto daqui'. A gente não precisou de mais nada." — Adriana, filha de Dona Maria
A situação
Seu José, 83 anos, morava com a filha que trabalha em período integral. Ficava sozinho durante oito horas por dia, com dificuldade crescente para se organizar nas refeições e nas tarefas simples.
Como resolvemos
A filha escolheu a Residência Conforto, que incluía apoio cotidiano para as rotinas sem conotação médica. Seu José foi recebido pela equipe que aprendeu rapidamente suas preferências e ritmo.
O resultado
Dez meses depois, a filha relata que ele está muito melhor — mais ativo, dorme bem e tem amigos na casa. Ela diz que a qualidade de vida dele, e a dela própria, melhorou significativamente.
"Quando eu chegava do trabalho antes, ele estava deitado na escuridão. Agora ele me conta o que aconteceu no dia dele." — Fernanda, filha de Seu José
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Se os depoimentos ressoaram com o que a sua família está buscando, entre em contato. Recebemos com atenção.
Telefone
+55 31 98627-4153Endereço
Av. Afonso Pena 1789, Funcionários, BH
Atendimento
Seg–Sex 8h–18h | Sáb 8h–13h
A melhor forma de saber é visitar
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